Linfoma: você sabe o que é isso?!

Todos os anos, no dia 15 de setembro, os hospitais e demais órgãos e instituições de saúde param por alguns minutos para falar sobre linfoma. A discussão ocorre porque nesta data é celebrado o Dia Internacional de Conscientização sobre linfomas. Se você não sabe o que é isso, o Hospital Uopeccan explica.
Os linfomas são vários tipos de câncer que afetam o sistema imunológico, podendo, portanto, se manifestar em várias partes do corpo – diferente do câncer de mama e da próstata, por exemplo.
Dividida entre linfomas de Hodgkin (LH) e linfomas não-Hodgkin (LNH), a doença normalmente começa a dar seus primeiros sinais a partir da febre persistente e/ou recorrente, suores noturnos, cansaço e mal estar, perda de peso e falta de apetite sem explicação e pelo aparecimento de “caroços” (geralmente no pescoço, axila ou virilha).
O tratamento depende do tipo de linfoma, estágio, região afetada e condições do paciente. Diante do surgimento dos sintomas, o ideal é procurar um clínico geral que poderá encaminhar o caso para um médico oncologista ou, ainda, hematologista. 

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Com o diagnóstico feito, o paciente pode fazer seu tratamento com quimioterapia, imunoterapia, radioterapia ou até com transplante de medula.
No Brasil, personalidades públicas acabaram levando o linfoma a ter mais evidência. Em abril de 2009, a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi diagnosticada com linfoma não-Hodgkin. Como estava no início da doença, ela passou por sessões de quimioterapia e radioterapia. Em 2011, o ator e empresário Reynaldo Gianecchini divulgou na imprensa que havia sido diagnosticado com linfoma de células T. Durante o processo de tratamento, ele fez um transplante de medula autólogo (quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado) e hoje está em acompanhamento.
Depois disso, mais um caso emblemático: o também ator Edson Celulari revelou que estava fazendo tratamento contra um linfoma não-Hodgkin.

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Ganhando, aos poucos, maior visibilidade, o linfoma está deixando de ser um câncer tão mortal. O diagnóstico precoce da doença pode aumentar as chances de cura entre 70 e 90%, números positivos que incentivam a discussão e a difusão de conhecimentos sobre a doença.
Lembre-se: caso apareça qualquer dúvida sobre o assunto ou algum sintoma citado acima, não hesite em procurar um médico. A internet serve como suporte para o fornecimento de informações, mas não substitui consultas médicas.